29 dezembro 2011

Digno é o obreiro do seu salário - Interpretando ...


Carta do apóstolo Paulo para Timóteo.

1 Timóteo 5:
"17. Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina;
18. Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário."


Carta do apóstolo Paulo aos coríntios:
1 Coríntios 9:
"9. Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois?
10. Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito;
porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante.
11. Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?"
 
Deuteronômio 25:4, diz:
"Não atarás a boca ao boi, quando trilhar."

Os textos são conforme as Sombras das Coisas e Bens Futuros.
A debulha implica em remover cascas e impurezas para que o produto útil e bom seja separado.

Debulhar significa tirar ou separar os grãos, os bagos ou as sementes de (cereal, fruta, legume); esbagoar; retirar a casca de (cereal, fruta, legume) pronominal; deixar cair os grãos ou os bagos transitivo direto.

Os bois não devem ter as bocas presas com guias limitadoras no seu trabalho enquanto estão debulhando o alimento.

Quando um presbítero (boi) trilha o grão está ensinando a Palavra de Deus aos ouvintes. Palavra de Deus e os ouvintes são produtos debulhados, estão perdendo as cascas, os invólucros que escondem o fruto, o produto útil.

Também, a Palavra de Deus, enquanto ainda sem interpretação e revelação (entendimento natural e carnal) é também um alimento ainda sem estar debulhado e quando interpretada e trazida para a interpretação e revelação torna-se um produto debulhado pronto para preparar e servir de alimento aos ouvintes.

Nisso a diferença da Lei de Moisés em sentido natural e em sentido espiritual. 
Para a Nova Aliança somente se vive do alimento pelo sentido espiritual.

A Lei de Moisés, em sentido natural, é Palavra de Deus com a casca. Disso são as doutrinas do dízimo, guarda de sábado, uso do véu etc, sem interpretação revelada, não serve de alimento para quem nasceu de novo e tem o Espírito Santo de Deus. Espírito Santo de Deus não dá e nem recebe casca como alimento. Esses alimentos com casca é da igreja escrava, Hagar, conforme ensina o apóstolo Paulo em Gálatas 4:21-31. Ainda não nasceram de novo, para serem filhos da Igreja livre que é Sara.

Exemplo: Sem interpretação revelada, das Sombras das Coisas e Bens Futuros, o boi é tem um sentido de grão bruto com casca e o presbítero, é o grão debulhado, ou seja, a interpretação, o seu significado real. Boi é a figura do presbítero. Da mesma forma, o dia do sábado não é o sábado natural da Lei de Moisés mas é o Sábado do Senhor em dimensão espiritual pela revelação que é o significado real das Sombras dos Bens e Coisas Futuras. Dízimos é a mesma situação. Véu é a mesma situação.

O grão debulhado é o alimento, que alimenta o ouvinte. Ouvinte não come casca.

O ouvinte que é um grão bruto é também debulhado. A debulha é simultânea.

O boi não ter a boca atada, enquanto trilha o grão significa que poderá alimentar-se enquanto debulha o grão, ou seja, come do próprio produto do seu fruto, da obra que faz por fé.

O fruto do seu trabalho da fé vem do que sai de si e dos ouvintes em seguida.

Há o fruto espiritual, que é o galardão pois edifica a Igreja do Senhor pela Palavra de Deus.

Há o fruto natural, o benefício que recebe para prosseguir e manter o andamento do que faz.

1 Coríntios 9:11 
"Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?"

Lucas 10:17, diz:
"E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa."

Enquanto se debulha e trilha os grãos (os grãos são a Palavra de Deus e os ouvintes), a boca do boi (boca do presbítero) deve permanecer livre e desimpedida, não presa por circunstâncias dessa vida, ou trabalhos ou embaraços dessa vida, que impeçam de alimentar-se e sustentar-se, como se fosse conduzido por limitações humanas.

Sendo assim, essa duplicada honra tem sentido em que ele tenha livre condições para, com amor, zelo e fidelidade, realizar a porção que o Senhor lhe confiou.

Mas, abro uma pausa aqui para atentar contra os falsos, que fazem do sacerdócio um "emprego", usando a Palavra de Deus em vão.

O salário, não é o salário como um emprego secular ou pagamento por ensino oferecido conforme atualmente é feito, transformado em negócio bom e lucrativo, como professores que ganham por aula dada.

O salário é a manutenção e assistência aos santos.

2 Coríntios 11:8, diz:
"Outras igrejas despojei eu para vos servir recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado."

Levítico 26:15, diz:
"E a debulha se vos chegará à vindima, e a vindima se chegará à sementeira; e comereis o vosso pão a fartar, e habitareis seguros na vossa terra."

Isaías 27:12, diz:
"E será naquele dia que o SENHOR debulhará seus cereais desde as correntes do rio, até ao rio do Egito; e vós, ó filhos de Israel, sereis colhidos um a um."

Em parte é isso, as interpretações, conforme o caso, fluem aos poucos.

Tempos atrás este texto era menor, havia apenas parte, agora, vieram mais interpretações que foram acrescentadas.

Vamos caminhando e debulhando...

Paz ao coração dos santos.

Sergio Luiz Brandão

12 dezembro 2011

Parábola dos Talentos - A Perda do Dom de Deus - A Perda da Salvação.



A Parábola dos Talentos refere-se a todos aqueles que receberam os dons do Espírito Santo, além da salvação da alma.

Todo aquele que é filho de Deus dá bons frutos por causa do Espírito Santo que nele habita, que não pode ser retido, a não ser que a pessoa retenha, enterrando-O.

A Parábola dos Talentos revela que, mesmo que alguém tenha um dia recebido o dom da vida, o Espírito Santo de Deus, se cometer iniquidade, não manifestando na terra a vida de Deus em si, escondendo o talento em si, poderá, além de perder o dom de Deus, perder a salvação da alma.

Texto do Evangelho de Mateus, capítulo 25: 
"14. Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens. 
15. E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. 
16. E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. 
17. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. 
18. Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. 
19. E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles. 
20. Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles. 
21. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 
22. E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos. 
23. Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 
24. Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; 
25. E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. 
26. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? 
27. Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. 
28. Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos. 
29. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. 
30. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. 
31. E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 
32. E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 
33. E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 
34. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 
35. Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;"

Interpretando:

"14. Porque isto é também como um homem 
que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens. 

Considerando: O homem é o Senhor que, após a ressurreição e tempo de permanência na terra, ascendeu aos céus, subiu aos céus, ao Reino dos Céus, para assentar-se no seu trono de glória, deu dons aos homens, seus servos aqueles que seguem seus passos, seus discípulos. 
Referências da Palavra de Deus: Atos dos Apóstolos 1:3,7,8,9,10,11. 
Efésios 4:8 - "Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, E deu dons aos homens."

"15. E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe."

Considerando: Os talentos são os dons do Espírito Santo para a obra, para a qual foram chamados, vocacionados. 
Diversos são os dons do Espírito Santo conforme lemos em 1 Coríntios, capítulos 12, 13 e 14, entre outros. 
Os dons são dados a cada um segundo a sua capacidade, segundo o chamado, o ministério, o que suporta. Essa capacidade não é a mesma medida conforme homem natural, mas, conforme Deus sabe. 
1 Coríntios 12:7, diz: "Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil."

16. E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos.

Considerando: Significa que deu frutos através dos dons de Deus. Dons geraram dons, pela Palavra de Deus e Poder de Deus as obras são manifestadas, almas são salvas e os dons são multiplicados. 
A expressão "granjear" tem sentido de obter algo com trabalho, conquistar, diferente de "negociar", do versículo 16. 
A expressão "negociar" do versículo 16 dá sentido comercial ao trabalho, troca de favores, o que não é o caso da obra da Igreja do Senhor e seus santos. Igrejas que se dizem evangélicas ou pessoas que fazem dos dons motivo de negócio, suas obras estão condenadas pela Palavra de Deus. Há manifestações malignas que são confundidas com dons e por isso necessário o dom de discernir espíritos.

17. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois.

Considerando: Significa que deu frutos usando os dons de Deus. 
Observar que os frutos são sempre equivalentes aos dons, ou seja, cinco/cinco, dois/dois. A obra é completa, perfeita em Deus, aquele que cumpre fielmente sua porção, não fica em falta.

18. Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.

Considerando: Esse não usou o dom e quando não se usa o dom, é o mesmo que deixar somente dentro de si, e não permitir que o dom se manifeste. O homem foi feito do pó da terra e o dom ficou enterrado na terra, no homem.

19. E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles. 

Considerando: O Senhor veio buscar e julgar cada um pelo que realizou pelos dons que receberam. O que cada qual fez com os dons são os frutos, são as obras da fé.

20. Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles.
21. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 
22. E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos. 
23. Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.  

Considerando: Os filhos de Deus que produziram frutos através dos dons receberam galardão. Só o fato de ser filho de Deus já é dom de Deus e todo aquele que é filho de Deus e que tem o Espírito Santo dá frutos.

24. Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
25. E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. 

Considerando: Este, que recebeu o dom do Espírito Santo escondeu em si mesmo, dentro do corpo da carne, na terra, não permitindo que a glória de Deus fosse manifestada através dele, não deu testemunho da vida de Deus nele, não deu graças a Deus diante das pessoas e o mundo das maravilhas de Deus pelo dom da vida, com isso, não deu frutos. 
As palavras da parábola, mostram esse que enterrou o dom, entender Deus como um homem duro, legalista e violento, não um Deus de amor e misericórdia, significando que não conheceu a Deus verdadeiramente. 
Essa condição é própria daqueles que conheceram Deus pela Lei da Velha Aliança e jamais conheceram a Deus pela Graça da Nova Aliança. 

Revelação: Todos aqueles que nasceram e cresceram conhecendo a Lei de Moisés, pela descendência de Abraão, possuem em si o Deus de Abraão, a semente de Abraão está neles, e conhecem a Deus pela letra da Lei de Moisés e os Profetas. Entretanto, somente poderão conhecer a Deus, verdadeiramente, se deixarem a Lei de Moisés com entendimento carnal, passando para o entendimento espiritual da mesma Lei. Disso, vem que, a Lei de Moisés é espiritual, conforme ensina o apóstolo Paulo em Romanos 7:14 "Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado", significando que, aqueles que possuem o conhecimento da Lei possuem a semente de Abraão e somente por essa semente não poderão ser salvos e aqueles que realmente são filhos de Abraão creram e crerão no Messias e, os demais, são filhos do diabo. Disso decorre do Messias não ter sido reconhecido e nem aceito por esses que conheciam e conhecem a Lei de Moisés e os Profetas, mesmo sendo eles da semente de Abraão. 

Evangelho de João, capítulo 8, diz: 
"36. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. 
37. Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não entra em vós. 
38. Eu falo do que vi junto de meu Pai, e vós fazeis o que também vistes junto de vosso pai. 
39. Responderam, e disseram-lhe: Nosso pai é Abraão. Jesus disse-lhes: Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. 
40. Mas agora procurais matar-me, a mim, homem que vos tem dito a verdade que de Deus tem ouvido; Abraão não fez isto. 
41. Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe, pois: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus. 
42. Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. 
43. Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. 
44. Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. 
45. Mas, porque vos digo a verdade, não me credes. 
46. Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes? 
47. Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus. 
48. Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens demônio? 
49. Jesus respondeu: Eu não tenho demônio, antes honro a meu Pai, e vós me desonrais." (destaques meus)

A fé é um dom de Deus. 
Aqueles que tiveram descendência de Abraão, conforme diz o Senhor Jesus no texto acima (João 8:36-49), fazem as obras do pai Abraão e, as obras do pai Abraão são feitas por fé. Por isso Abraão é pai da fé, segundo as Escrituras. 
Aqueles que são verdadeiramente filhos de Abraão, o pai da fé, creram e crerão no Messias, entretanto, aqueles que não são filhos de Abraão, mas filhos do diabo, não creram e jamais crerão no Messias enviado. 

O próprio pai Abraão creu naquele que viria, o Messias, e sua descendência também fez e faz o mesmo, por fé, o dom de Deus. (ver Carta aos Romanos, capítulo 4) 

Somente há salvação da alma pela Nova Aliança da Graça e não pela Antiga Aliança da Lei de Moisés. 
Na Nova Aliança da Graça, pelo dom de Deus, o Espírito Santo, a Lei de Moisés passa para a novidade da interpretação revelada, trazendo à luz a vida e manifestação das verdades espirituais eternas, ocultas em mistérios. Essa vida pelo Espírito Santo ocorre com o verdadeiro novo nascimento. 
O novo nascimento é real, é o nascimento pelo Espírito Santo de Deus, o dom de Deus, a vida de Deus, quando o nascido de novo passa das trevas de Satanás para a luz da glória de Deus. 
Atos dos Apóstolos 26:18, diz: "Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim." 
Efésios 5:18, diz: "Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz". 

26. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? 
27. Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. 
28. Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos. 

Considerando: Aqui o Senhor está dizendo que, se não usou o dom, deveria ter entregado no banco. O banco é o Corpo de Cristo, a Igreja do Senhor Jesus Cristo (sentido figurado) onde estão depositados todos os tesouros de Deus. 
O dinheiro (dom) deveria ser entregue aos banqueiros (aqueles que trabalham no banco - que administram pelos e os dons de Deus). 
Tesouros de Deus não são bens materiais e muito menos dinheiro. 
Tesouros de Deus são as almas, os dons, o poder, e tantas outras maravilhas das verdades eternas ocultas em Deus. 
No versículo 28 o Senhor ordena que alguém tire o talento, e dê ao que tem os dez talentos. Entende-se que, o Senhor mandou alguém tirar o dom do servo inútil, alguém que tem poder para realizar tal obra.

29. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. 
30. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. 

Considerando: Sobre isso, diz ainda o Evangelho de Mateus, capítulo 22: 
"9. Ide, pois, às saídas dos caminhos, e convidai para as bodas a todos os que encontrardes. 
10. E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial foi cheia de convidados. 
11. E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste de núpcias. 
12. E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu. 
13. Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. 
14. Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos. 
15. Então, retirando-se os fariseus, consultaram entre si como o surpreenderiam nalguma palavra;"

31. E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 
32. E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 
33. E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 

Considerando: O versículo 32 faz referência à Parábola das Redes Cheias de Peixes no Evangelho de Mateus, capítulo 13, que diz: 
"47. Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes. 
48. E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. 
49. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos, 
50. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes."

34. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 
35. Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;"

Finalizando:

Jamais podemos afirmar que, se aceitou Jesus já está salvo, não pode perder a salvação ou, como dizem: "uma vez salvo, salvo para sempre".

Para tentar justificar a frase "uma vez salvo, salvo para sempre", alegam que a salvação não é por obras mas, somente por causa da escolha de Deus na sua soberana vontade.

Certamente que, a salvação não é por obras, da Lei de Moisés, mas pela Lei do Amor, da Graça. 
Quem tem o Espírito Santo de Deus não consegue viver sem realizar as obras de Deus enquanto estiver neste mundo. 
O Espírito de Deus na pessoa move para as obras da fé, Deus se manifesta através da pessoa, o dom de Deus não fica enterrado e sem obras.

Confundem, ainda, o momento em que a pessoa entra pela porta da salvação, Jesus Cristo, e o que ela faz dentro do Caminho para a salvação. 
Muitos são chamados e até entram pela porta, entretanto, no Caminho, cometem iniquidades e anulam a salvação.

Evangelho de Mateus, capítulo 7, diz: 
"15. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. 
16. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? 
17. Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. 
18. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. 
19. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. 
20. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. 
21. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 
22. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demónios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? 
23. E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. 
24. Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; 
25. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. 
26. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; 
27. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. 
28. E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas. (destaques meus)"

De modo que, a maioria que prega que a salvação não é por obras (sem compreender o real sentido da frase na Palavra de Deus), e ainda, para agravar, vive e faz outros viverem pela doutrina do dízimo e guarda do sábado, que são obras da Lei de Moisés e, se é por essa doutrina que acreditam, o dom da vida ainda não foi manifestado, mesmo falando de Cristo e usando a Palavra de Deus. 
As doutrinas baseadas na Lei de Moisés, pela interpretação e prática pela letra, pelo modo natural, de carnal compreensão, sem interpretação revelada, não é doutrina da fé (graça), mas da Lei.

Quando há mistura da Lei de Moisés e Graça de Cristo, a Palavra de Deus condena, conforme ensina o apóstolo Paulo, como se esses que tais coisas praticam quisessem, como uma esposa, viver com dois maridos. Por causa do adultério espiritual, há prostituição da Palavra de Deus, um povo quer viver com dois maridos, ou seja, Cristo e a Lei de Moisés (aqui podemos incluir as coisas do mundo). 
Ocorrendo adultério espiritual, consequentemente há prostituição da Palavra de Deus, há corrupção do espírito e toda sorte de coisa ruim. 
Carta aos Romanos, capítulo 7, diz: 
"1. Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? 
2. Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. 
3. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido. 
4. Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus." (destaques meus)

Vivendo pelas doutrinas do dízimo e guarda do sábado, entre outras, da Lei de Moisés, estão espiritualmente mortos. 
A fé ainda não foi manifestada, o dom de Deus não foi manifestado, está enterrado na terra e as manifestações que ocorrem são como fogo estranho, que pela Lei de Moisés anulam a graça de Deus Pai em Jesus Cristo.

O caminho da fé em Cristo, diz: 
"Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me." (Mateus 16:24)

Leitura Complementar:

Sergio Luiz Brandão

28 novembro 2011

Os Teólogos da Igreja Científica e Mercenária.


Tempos para cá começou ser notória a manifestação de doutores e mestres da Palavra de Deus, com cursos de teologia que, atualmente, estão promovendo, inclusive, movimentos para que, ser dirigente de congregação, somente com curso de teologia.

Qual a razão disso?
Simples, a resposta é: Não é mais o Senhor quem unge e nem o Espírito Santo quem ensina as verdades eternas.

Tenho deparado constantemente com diplomados e seus discípulos que agem da mesma forma que os hipócritas e dissimulados judaizantes do tempo de Jesus. Pedem sinal, pedem versículo bíblico, querem que apresente uma interpretação por raciocínio de homem, enfim, está muito difícil conviver com com homens de anéis, arrogantes e pretensiosos, cheios de judaísmo encoberto de falsa graça, cheios de idolatria da sabedoria humana.

Esses cientistas da Palavra de Deus estão, aos poucos, transformando Deus em homem e, em tempo oportuno, estarão ensinando ao Criador a sua própria Palavra.

Deus falhou, os cientistas da Bíblia farão o que Deus Pai e o Senhor Jesus Cristo não fizeram. Os cientistas da Bíblia fazem o Senhor Deus e Pai e o Senhor Jesus Cristo calarem, com suas retóricas científicas. Se fazem deuses, acima de Deus, mesmo parecendo que estão ensinando sobre Deus.

Enchem as pessoas de frases e discursos da interpretação natural e, quando são confrontados com as revelações da Palavra de Deus, já chegam rebatendo chamando você de herege ou possesso de demônio, para se ocultarem nos seus domínios do engano.

A exaltação do homem cientista bíblico está cada dia mais latente no meio que se diz evangélico.

Os falsos doutores da graça se ofendem quando um ímpio diz que ele não é nada e, ao invés de dizerem que somente Deus é tudo, AGORA, tiram a carteirinha mostram o anel e alardeiam que possuem diploma, que seu curso é reconhecido pelo MEC, pelos ministérios eclesiásticos etc etc...

Pois é, somente não foi reconhecido pelo Senhor.

São homens, não que Deus ungiu, são os falsos ungidos que compraram unção de pastor e líderes, e são esses que, agora e mais na frente estarão ditando as regras, dominando rebanhos, aliás, já estão.

A soberba desses doutores segundo a carne é que quando confrontados já vão logo dizendo: você não tem curso, você não estudou teologia, hermenêutica, homilética, você não pode conversar comigo... você não é nada... olha o meu anel... olha o meu diploma... vai fazer o curso e depois voltamos a conversar.

São esses que estão dominando a atual igreja chamada evangélica do Brasil, uma das mais corruptas igrejas do planeta, politiqueira, mercenária, blasfema e idólatra judaizante com práticas espíritas misturadas.

Essa é a igreja dos teólogos, pois, onde o homem domina, Satanás faz a sua obra.

Certa ocasião fui confrontado por um PhD e ele disse que para ser doutor, segundo a Palavra de Deus, precisava de diploma, fazer curso. De pronto vi a blasfêmia. A Palavra de Deus diz que para ser doutor é preciso do dom, dado unicamente por Deus, pelo seu Espírito Santo.

Tudo na Igreja do Senhor Jesus Cristo é obra do Espírito Santo, não do homem e sua capacidade natural. O homem age e o Espírito Santo faz acontecer.

Quando alguém quer ser teólogo é porque foi induzido por esses espíritos enganadores de os homens sabem mais do que Deus, o que é mais comum, ou o Espírito Santo nada conseguiu ensinar para ele e, na fraqueza de uma igreja corrompida, buscou uma saída para encontrar a verdade, caindo em outro laço. Essas verdades espirituais íntimas estão ocultas nas pessoas.

Aqueles que tentam abrir "biroscas menores"
porque saíram das "biroscas maiores" é porque viram os poderosos teólogos (se não são líderes diretos são os assessores) ensinando doutrinas de demônios, ou viram a igreja de modo mercenário, com muito lucro, aprendendo com esses cientistas da Bíblia. E quando esses saem das "biroscas maiores", uma minoria, se saíram com boas intenções pela verdade de Cristo, apenas esquecem que precisam se limpar dos espíritos enganadores dos teólogos e, acabam cometendo os mesmos erros de outra forma, porque estão contaminados por seus espíritos. 

As "biroskas maiores" são as proliferadoras do aguardente espiritual, com palavras da ciência com doutrinas de demônios. Basta ver o que vemos hoje, conforme já fiz referência.

Sendo os teólogos uma unidade espiritual, há um espírito que os rege.

Por isso a insistente exposição sobre o espírito que age através das pessoas - a luta não é contra a carne e sangue.

Os apóstolos e todos aqueles que piamente andaram com Cristo, se fosse nos dias de hoje, precisariam fazer reciclagem com os teólogos, porque estes iriam ensinar os segredos mais profundos da sabedoria carnal, decifrando as verdades através da ciência da homilética, hermenêutica e outras, pelo espírito de Satanás.

Se um dos apóstolos estivesse aqui, neste momento, que diria ele dos teólogos e da igreja científica?
E, não preciso escrever um versículo bíblico para dizer isso, pois, quem é crente verdadeiro, ENTENDE TUDO PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS.

Sergio Luiz Brandão

26 novembro 2011

A Mente de Cristo e os trapos da imundícia.



Nossas justiças são como o trapo da imundícia? Profeta Isaías 64:6.
Isaías 64:6, diz:
"Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam."

Filipenses 3:8 e 9, diz:
"8. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, 
9. E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;"

1 Coríntios 2:11 e 16, diz:
"11. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.
12. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.
13. As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
14. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
15. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.
16. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo."

1. O que significa ter a mente de Cristo?

Mente de Cristo, tem sentido de entendimento, sabedoria, conhecimento dados pelo Espírito Santo, conforme a verdade real que vem, unicamente, da parte de Deus Pai.

2. A nossa justiça sempre será trapo de imundícia?
A Palavra de Deus demonstra que há extrema distinção entre sabedoria humana, natural e sabedoria de Deus, espiritual.
A justiça terrena é loucura para Deus. Da sabedoria e inteligência do homem natural vem a sua justiça - 1 Coríntios 2:14.

Pela maravilhosa graça através, unicamente, de Jesus Cristo, somos chamados filhos de Deus.
Evangelho de João, capítulo 1, versículo 12, diz:
"Mas, todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome."

Somente Deus Pai e o Senhor recebem adoração e possuem o poder sem limites, eles são plenitude em si mesmos, além do que podemos imaginar.

Os nascidos de novo são chamados filhos de Deus, e possuem Deus Pai e o Senhor Jesus em si pelo Espírito Santo que neles habita.
O Espírito Santo realiza as obras de Deus através dos santos.

Um filho de Deus não tem vida própria, diferente de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo.
Deus Pai e o Senhor Jesus, nosso Salvador, possuem vida própria.
O Senhor Jesus, o Filho do Deus Altíssimo, tem vida própria porque recebeu do Pai tal poder e honra em plenitude.

O único Deus verdadeiro tem vida própria, auto existente, não foi gerado por nenhum outro deus, é o início em si mesmo, algo terrível para a compreensão, que um dia, se assim Ele permitir, saberemos.

Mesmo sendo chamados filhos de Deus, não somos deuses.
Outros deuses, por causa da constituição, se fizeram deuses, mas, um dia, foram seres poderosos, anjos, que deixaram o Deus verdadeiro e único. E mais, Satanás levanta seus filhos na terra também.

Não tínhamos valor algum por causa do pecado, e as nossas justiças conforme homem natural, sem a justiça de Deus, eram nada.
Não tínhamos valor algum por causa do pecado que um dia decidimos seguir e servir.
Quando renunciamos ao pecado e voltamos ao nosso Deus, por causa da decisão pessoal, o arbítrio, Ele vê em nós aqueles que agora reconhecem e amam a única verdade real, se não tivéssemos esse arbítrio não haveria justiça para ser executada contra os injustos ou em favor dos justos.

Quando decidimos seguir e servir ao Senhor, os trapos da imundícia são removidos e somos agora filhos da luz, filhos da graça, filhos da misericórdia, filhos de Deus, pois, a Palavra diz que buscamos sem parar a perfeição, pelo aperfeiçoamento dos santos em santificação, ou seja, manifestando a glória da justiça da verdade real.

Antes, sem Deus, nascidos do mundo, éramos imundos conforme a justiça terrena, de homem natural, deste mundo (reino das trevas), pelo espírito do mundo (de Satanás), éramos filhos do diabo, vestidos com trapos da imundícia.

Agora, com Deus, nascidos de novo, somos limpos conforme a justiça celestial, de homem espiritual, do outro mundo, do alto (reino dos céus), pelo Espírito Santo (de Deus), somos filhos de Deus, vestidos com vestes de justiça e louvor, alvos como a neve.

Essa graça nos foi dada, sem preço terreno, não para nos ensoberbecermos disso, como muitos são confundidos por espíritos enganadores no evangelho do engano e doutrinas de demônios, que dizem "sou filho de Deus e por isso tenho do bom e do melhor", "filho de Deus só pode ter do bom e do melhor", "sou dizimista fiel e por isso Deus me ouve" sempre no sentido material da cobiça, inveja e avareza. Quem fala assim ainda é imundo e sua justiça é trapo da imundícia.

Conforme diz a Palavra de Deus, todos aqueles que ainda ensinam e praticam a justiça pela lei do Velho Testamento, são imundos e suas justiças como trapos da imundícia. As doutrinas mais conhecidas da lei do Velho Testamento são Dízimos e Guardar o Dia do Sábado.

Filipenses 3:8 e 9, diz:
"8. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,
9. E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;"

O apóstolo Paulo era fiel praticante da Lei de Moisés.

Se andamos pelo Espírito e vivemos para a glória de Deus, nossos atos de justiça não são trapos de imundície, pois, são de Deus, conforme a mente de Cristo, não deste mundo e nem conforme a sabedoria do mundo.

Evangelho de João, capítulo 7, versículo 24, diz:
"Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça."
A Palavra de Deus em João 7:24 está afirmando que um verdadeiro crente julga conforme a reta justiça, ou seja, somente pela justiça de Deus que é a sua Palavra.

Há um falso ensino que nega a autoridade do crente para julgar e, é notório que se trata de uma astúcia de espíritos enganadores para que fiquem imunes e intocáveis em suas obras da mentira (fraudes, corrupções, mentiras, abusos contra pessoas sem entendimento da Palavra de Deus, sensualidade, prostituição espiritual, etc).

Esses falsos ensinos foram transformados em frases de efeito no meio que se chama evangélico, buscando anular a Palavra de Deus e sua interpretação, fazendo discípulos através de frases sem o Espírito.

Diante do nosso Deus e Pai e do Senhor Jesus Cristo, somos nada, ninguém se vanglorie como se de si mesmo pudesse ser, ter ou fazer alguma coisa, a glória é plenamente do Altíssimo, somos filhos que amam em Espírito e em verdade.

Diante do mundo, e seu império, somos filhos da Luz, filhos da Glória, não para soberba ou arrogância carnais, mas, conscientes de que neste mundo, buscamos imitar Cristo, cada um levando sua cruz, seguindo os passos do Senhor, com humildade, lavados e remidos, pois, bem sabemos que, se nascemos aqui, em pecado, tivemos a única e última chance para decidir servir Satanás ou a Deus.

A única e última chance da decisão eterna é aqui, neste mundo tenebroso, onde nascemos em pecado e presos por Satanás, em sentença de morte, até que viesse Cristo que nos livrou, pagando o preço do resgate.

E, o único galardão dos filhos da Luz, os filhos de Deus, neste reino das trevas, é levar a presença de Deus por onde andar, semear, destruindo as obras do diabo e ganhando almas para o reino dos céus.

Por isso, da boca do crente verdadeiro não sai justiça como trapo de imundícia (bem sabemos que elas estão aí na boca dos falsos), pois, um crente verdadeiro não fala conforme o espírito do mundo, a sabedoria do mundo e a justiça do mundo. Um crente verdadeiro não fala segundo Satanás, o espírito deste mundo e nem imita, não tem inveja e nem cobiça suas obras.

Da boca do crente verdadeiro , sai o perfeito louvor, ações de graças, adoração, Palavra unicamente de Deus que tem a reta justiça, semeando a luz no reino das trevas até que chegue o dia.

Somente pela Palavra de Deus, que é a reta justiça de Deus, a justiça (injustiça) do mundo é julgada e condenada.

Paz ao coração dos filhos, limpos e que pelos seus atos de justiça com vestes de Cristo, dão glórias a Deus Pai.

Por isso, a justiça manifestada através de um filho de Deus, pela Palavra de Deus, não é trapo de imundícia.

Não somos nada? Sim, nada somos, o nosso Deus e Pai e o Senhor da Glória são tudo. Amém!

Sergio Luiz Brandão
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